Queda de árvore provoca fuga de gás em Coimbra
Uma árvore de grande porte caiu sobre uma caixa de abastecimento de gás natural na Rua Afonso Romão.
Uma árvore de grande porte caiu sobre uma caixa de abastecimento de gás natural na Rua Afonso Romão. A libertação de gás para a via pública gerou um cenário de perigosidade, com viaturas nas proximidades. A situação foi controlada pelos Bombeiros Sapadores e técnicos especializados, sem registo de feridos. 11 fev. 2026, 17:49 Fuga de gás após queda de árvore mobilizou 23 operacionais em Coimbra
A queda de uma árvore sobre uma caixa de abastecimento de gás natural provocou, esta tarde, em Coimbra, uma grande libertação daquele combustível, sem causar feridos ou estragos, disse à agência Lusa fonte dos Bombeiros Sapadores.
“Era uma situação com alguma perigosidade devido à libertação permanente de grande quantidade de gás para a via pública, com carros muito próximos, mas quando chegámos conseguimos fechar a torneira de segurança e acionar técnicos especializados”, explicou o chefe Bruno Serra.
Segundo o bombeiro, tratava-se de uma árvore de grande porte que caiu cerca das 14:30 sobre uma caixa de abastecimento da rua Afonso Romão, que alimenta os serviços sociais dos Hospitais da Universidade de Coimbra.
Para o local, foram também acionadas duas equipas de sapadores florestais da Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, que procederam ao corte da árvore para os técnicos de gás procederem à reparação da fuga, que cerca das 16:10 estava finalizada.
No local estiveram os Bombeiros Sapadores de Coimbra com 23 operacionais e sete viaturas.
Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.
A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.
As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.
O Governo prolongou a situação de calamidade até domingo para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.
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