Entre as casas de granito de uma aldeia há um laboratório que produz milhões de plantas para o mundo

Na aldeia de Serzedelo, na Póvoa de Lanhoso, esconde-se entre a paisagem um laboratório, um autêntico berçário de plantas.

Pedro Marcos Editor de imagem
Pedro Marcos Editor de imagem Jornalista 8 Jul. 2026, 12:21

Na aldeia de Serzedelo, na Póvoa de Lanhoso, esconde-se entre a paisagem um laboratório, um autêntico berçário de plantas. A Deifil dedica-se à propagação in vitro de plantas de fruto, recolhe-as, analisa e elimina doenças fitossanitárias, devolvendo posteriormente à terra plantas mais saudáveis em tempo recorde. 28 mai. 2026, 08:00

É no fundo uma clonagem que elimina doenças e acelera o processo de desenvolvimento das plantas. A multiplicação chega a dois milhões de plantas nesta empresa.

Um trabalho que começa na recolha da planta-mãe e termina com a devolução das árvores de fruto aqui produzidas aos campos, mais fortes e resistentes, “para nos podermos alimentar”. Chama-se micropropagação in vitro, o conceito que pode trazer curiosidade a alguns, mas que acarreta muitas vantagens.

Aquilo que vemos, nasceu do empreendedorismo de dois jovens que criaram o laboratório que agora emprega mais de 20 pessoas. Foi a primeira empresa em Portugal a fazer cultura in vitro” e já exporta a produção para 19 países.

O negócio cresceu rapidamente e mais está para vir: novas instalações, mas o mesmo processo, as plantas são devolvidas à terra mais saudáveis e em tempo recorde.

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