Água nos campos ameaça próxima campanha de milho no Baixo Mondego

Com terrenos ainda submersos, agricultores do Baixo Mondego aguardam descida das águas para tentar salvar a próxima campanha.
João Nápoles
João Nápoles Editor-executivo
Redação
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Nuno Miguel Santos Repórter de imagem
21 fev. 2026, 08:00

Para os produtores de milho do Baixo Mondego, a próxima campanha agrícola é ainda uma incógnita. Os níveis de água permanecem elevados e muitos campos continuam alagados, obrigando os agricultores a esperar pelo escoamento dos terrenos antes de iniciar as sementeiras previstas para o início da primavera. A esperança passa por conseguir semear entre os meses de março e maio, caso as condições do solo o permitam.

Em alguns terrenos, como no campo do irmão do produtor Joaquim, a água continua acumulada e poderá demorar semanas a desaparecer. Até lá, os agricultores enfrentam um período de incerteza, dependentes da descida das águas para recuperar a atividade e garantir a próxima campanha agrícola, dado que o cereal só pode ser colhido se seco.