Ainda há 35 mil pessoas sem energia até às 8 horas desta terça-feira

Num balanço feito às 8 horas, a E-Redes indicou que “tinha por alimentar 41 mil clientes, sendo que nas zonas mais críticas, as avarias decorrentes da...

Agência Lusa
Agência Lusa Jornalista 8 Jul. 2026, 11:44
Ainda há 35 mil pessoas sem energia até às 8 horas desta terça-feira

Num balanço feito às 8 horas, a E-Redes indicou que “tinha por alimentar 41 mil clientes, sendo que nas zonas mais críticas, as avarias decorrentes da depressão Kristin totalizam 35 mil clientes”. 10 fev. 2026, 09:30

Um total de 35 mil clientes da E-Redes, em Portugal continental, continua sem abastecimento de energia elétrica devido aos danos provocados pelo mau tempo na rede de distribuição, desde 28 de janeiro, informou hoje a empresa.

Num balanço feito às 8 horas, a empresa indicou que “tinha por alimentar 41 mil clientes, sendo que nas zonas mais críticas, as avarias decorrentes da depressão Kristin totalizam 35 mil clientes”.

Leiria é o distrito mais afetado com 26 mil clientes sem energia, seguido de Santarém com seis mil clientes, Castelo Branco com dois mil e Coimbra mil.

No anterior balanço realizado pela empresa, na segunda-feira, o número de clientes afetados era de 45 mil clientes no continente e estavam por alimentar cerca de 37 mil clientes na zona da depressão Kristin.

Os clientes da E-Redes correspondem a “pontos de entrega de energia” como habitações, empresas ou lojas com ligação elétrica, sendo assim difícil quantificar o número de pessoas que estão a ser afetadas.

Quinze pessoas morreram em Portugal desde 28 de janeiro na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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