CICLOPE traz novos cineastas ao grande ecrã do Cinema São Jorge

A quarta edição do CICLOPE traz ao Cinema São Jorge uma mostra de filmes inéditos que celebra novas vozes da sétima arte.

Rui Mendes Morais Jornalista
Rui Mendes Morais Jornalista Jornalista 24 Jan. 2026, 08:00
CICLOPE traz novos cineastas ao grande ecrã do Cinema São Jorge

A quarta edição do CICLOPE traz ao Cinema São Jorge, em Lisboa, uma mostra de filmes inéditos que celebra novas vozes da sétima arte. O festival decorre até 25 de janeiro. 24 jan. 2026, 08:00 CICLOPE traz novos cineastas ao grande ecrã: festival está de volta ao Cinema São Jorge

A sétima arte ganha vida através de novos talentos na quarta edição do CICLOPE – Ciclo de Primeiras Estreias, que decorre de 23 a 25 de janeiro no Cinema São Jorge, em Lisboa. O festival coloca novos criadores de cinema no centro do palco, oferecendo estreias inéditas em sala, acompanhamento técnico e uma plataforma para que suas histórias encontrem o público, com temas e territórios por vezes pouco explorados.

Ao longo de três dias, o festival apresenta seis sessões, com uma oferta ligada ao cinema, com filmes de vários géneros e novos autores e bilhetes a 2€ por sessão. O CICLOPE convida o público a entrar na sala, apagar as luzes e descobrir o futuro do cinema nacional, projetado pelas mãos de uma nova geração de cineastas de várias origens. A Sala Manoel de Oliveira, com capacidade para 827 lugares, a maior do Cinema São Jorge, será o espaço onde a luz se acenderá para os novos talentos, transformando cada sessão numa oportunidade de descobrir novas vozes e narrativas do cinema nacional

Neste fim de semana, 24 e 25 de janeiro, o festival apresenta duas sessões por dia, que contam com mais de cinco exibições, a primeira acontece pelas 15h00 e outra pelas 18h00. Este sábado, a programação permite conhecer projetos, como: Na Batida do Bairro, criado pelos jovens do Centro de Iniciativa Jovem, do Bairro de Lordelo; O Anjo da Guarda, de Eduardo Ascenso Pires ou A Mouraria Cá e Lá, de Hajer Khader e Amanhã é Outro Dia, da autoria de André Lino e Mariana Macedo.

Já no último dia da mostra, domingo, 25 de janeiro, um dos mais importantes para o evento dada a habitual afluência, os visitantes poderão assistir às últimas duas sessões, correspondendo à Sessão E e F, igualmente às15h00 e às 18:00, onde o público poderá ficar a conhecer mais de uma centena de novas curtas-metragem. São exemplos: Depositária V.8, de José Soares-Figueira; Mãe Fora, de Patrícia Almeida e Verão Trinta e Sete, da autoria de Cristiana Sena e Inception, de António Bettencourt.

Segundo a organização, o CICLOPE não se destina apenas a cineastas já reconhecidos, quer antes ser uma plataforma de lançamento para aqueles que estão a dar os primeiros passos no cinema. “O objetivo é abrir as portas do Cinema São Jorge aos novos criadores, permitindo-lhes estrear obras inéditas em sala, numa lógica de mostra, partilha e alavancagem de talentos”, lê-se no site oficial.

A quarta edição reforça a aposta do Cinema São Jorge em apoiar novos artistas, sendo espaço de descoberta e promoção permitindo que o público assista uma diversidade de trabalhos cinematográficos e acompanhar a evolução de novos criadores no panorama nacional. Na passada sexta-feira, 23 de janeiro, foram já contemplados filmes de vários estilos, títulos e nacionalidades, como: Uma Vulcanóloga que Nunca Viu Lava, de Joana Carolina; Passagens, de Samanta Velho e Dançando Tango Entre Duas Margens, de Christian Tobler Soria e Um Sentimento Chamado Carnaval, da autoria de Carlos Confort.

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