CICLOPE traz novos cineastas ao grande ecrã do Cinema São Jorge
A sétima arte ganha vida através de novos talentos na quarta edição do CICLOPE – Ciclo de Primeiras Estreias, que decorre de 23 a 25 de janeiro no Cinema São Jorge, em Lisboa. O festival coloca novos criadores de cinema no centro do palco, oferecendo estreias inéditas em sala, acompanhamento técnico e uma plataforma para que suas histórias encontrem o público, com temas e territórios por vezes pouco explorados.
Ao longo de três dias, o festival apresenta seis sessões, com uma oferta ligada ao cinema, com filmes de vários géneros e novos autores e bilhetes a 2€ por sessão. O CICLOPE convida o público a entrar na sala, apagar as luzes e descobrir o futuro do cinema nacional, projetado pelas mãos de uma nova geração de cineastas de várias origens. A Sala Manoel de Oliveira, com capacidade para 827 lugares, a maior do Cinema São Jorge, será o espaço onde a luz se acenderá para os novos talentos, transformando cada sessão numa oportunidade de descobrir novas vozes e narrativas do cinema nacional
Neste fim de semana, 24 e 25 de janeiro, o festival apresenta duas sessões por dia, que contam com mais de cinco exibições, a primeira acontece pelas 15h00 e outra pelas 18h00. Este sábado, a programação permite conhecer projetos, como: Na Batida do Bairro, criado pelos jovens do Centro de Iniciativa Jovem, do Bairro de Lordelo; O Anjo da Guarda, de Eduardo Ascenso Pires ou A Mouraria Cá e Lá, de Hajer Khader e Amanhã é Outro Dia, da autoria de André Lino e Mariana Macedo.
Já no último dia da mostra, domingo, 25 de janeiro, um dos mais importantes para o evento dada a habitual afluência, os visitantes poderão assistir às últimas duas sessões, correspondendo à Sessão E e F, igualmente às15h00 e às 18:00, onde o público poderá ficar a conhecer mais de uma centena de novas curtas-metragem. São exemplos: Depositária V.8, de José Soares-Figueira; Mãe Fora, de Patrícia Almeida e Verão Trinta e Sete, da autoria de Cristiana Sena e Inception, de António Bettencourt.
Segundo a organização, o CICLOPE não se destina apenas a cineastas já reconhecidos, quer antes ser uma plataforma de lançamento para aqueles que estão a dar os primeiros passos no cinema. “O objetivo é abrir as portas do Cinema São Jorge aos novos criadores, permitindo-lhes estrear obras inéditas em sala, numa lógica de mostra, partilha e alavancagem de talentos”, lê-se no site oficial.
A quarta edição reforça a aposta do Cinema São Jorge em apoiar novos artistas, sendo espaço de descoberta e promoção permitindo que o público assista uma diversidade de trabalhos cinematográficos e acompanhar a evolução de novos criadores no panorama nacional. Na passada sexta-feira, 23 de janeiro, foram já contemplados filmes de vários estilos, títulos e nacionalidades, como: Uma Vulcanóloga que Nunca Viu Lava, de Joana Carolina; Passagens, de Samanta Velho e Dançando Tango Entre Duas Margens, de Christian Tobler Soria e Um Sentimento Chamado Carnaval, da autoria de Carlos Confort.