Da comida quente ao abrigo, associação foi quartel-general durante isolamento em Montemor-o-Velho

Bombeiros, forças armadas, voluntários. São diferentes mãos no terreno mas que encontraram por estes dias um porto de abrigo comum na Associação Cultural, Desportiva e Social da Ereira.
João Nápoles
João Nápoles Editor-executivo
Redação
Redação
Nuno Miguel Santos Repórter de imagem
22 fev. 2026, 12:43

Durante as semanas de isolamento, a Associação Cultural da Ereira tem servido de quartel-general às equipas de operacionais que trabalham no socorro à população da aldeia. 

De um prato de comida quente a um banho para tirar as marcas dos dias duros de trabalho, tudo é feito com a força de vontade do trabalho voluntário.

Houve dias em que chegaram a ser cozinhadas mais de 80 refeições. O Conta Lá foi conhecer Clara Silva, a cozinheira de serviço.

“As pessoas que têm passado por aqui ninguém vai sem comer, todos têm comido. É comida caseira e dá para quem vier, venham 50 ou 100, há comer para todos”, diz, com a força na voz.