Derrocada que cortou EN222 em Canedo obrigou a horas de operação

Em Canedo, próximo de Castelo de Paiva, um deslizamento de terras cortou a EN222 que, ao início da manhã desta quinta-feira ficou parcialmente intrasitável. Em Águeda, o município desenvolveu um projeto que evita as inundações habituais. O presidente daquela autarquia explicou em que consiste.
Pedro Reis
Pedro Reis Jornalista
João Lacerda
05 fev. 2026, 16:57

Em Canedo, próximo de Castelo de Paiva, um deslizamento de terras cortou a EN222 que, ao início da manhã desta quinta-feira ficou parcialmente intrasitável. O sinistro aconteceu por volta das 3 horas da madrugada desta quinta-feira e a via só foi reaberta depois das 9 horas. As autoridades dirigiram-se ao local e explicaram ao Conta Lá que o deslizamento das terras se deveu à forte pressão nas erras da chuva.

Águeda desenvolveu projeto e evitou cheias comuns

Em Águeda, foi desenvolvido um projeto que permite que as cheias não tenham o mesmo impacto e não sejam tão frequentes. Ao Conta Lá, o presidente daquela autarquia explicou que  foram levantados muros com uma altura baseada nos níveis atingidos pela cheia secular, referente a 1937 e a maior de sempre naquela localidade. A adicionar a isto foram abertas condutas para que a água seja concentrada num reservatório.