Em Caxarias, Ourém, espera-se por telhas para repor o que a tempestade levou

Na zona norte do concelho de Ourém, há ainda várias habitações à espera de material para cobrir o que ficou a céu aberto depois da passagem da tempestade. As lonas vão remediando, até porque o tempo de espera por telhas é grande.
Pedro Miguel Costa
Pedro Miguel Costa Editor-executivo
Vítor Quental
Vítor Quental Jornalista
Redação
Redação
21 fev. 2026, 21:15

“Isto era um terror, começámos a ouvir as telhas a cair, a chaminé caiu para o chão…”. As palavras são de Maria Perdigão e Vítor Marques, habitantes de Caxarias, no norte do concelho de Ourém.

As marcas da passagem da tempestade são ainda visíveis e o cenário na sua habitação é o mesmo que se vive em mais de 10 mil casas, que ficaram sem telhas.

São as lonas que vão protegendo do frio e da chuva, numa altura em que se espera pela chegada de telhas, que apesar de encomendadas, tardam em chegar.

Em Ourém, há 150 pessoas desalojadas. Os prejuízos da passagem da tempestade rondam os 35 milhões de euros.