Escola em Mortágua já entregou 300 cães-guia e devolveu autonomia a pessoas cegas

A Escola de Cães-Guia para Cegos de Mortágua já entregou 300 cães-guia, de forma gratuita, em Portugal
Mariana Rebelo Silva
Mariana Rebelo Silva Jornalista
Fábio Ruela Marques
Fábio Ruela Marques Jornalista
Nelson Costa Editor de imagem
26 jan. 2026, 10:08

Amélia e Honey são a dupla mais recente da Escola de Cães-Guia para Cegos. Estão juntos há sete meses, mas Honey é já o quarto cão-guia de Amélia.

“O meu cão é a minha companhia, é os meus olhos, é como se fosse um filho, ele está 24 horas comigo”, revela Amélia Matos.

É Honey que guia Amélia até à central telefónica do Hospital de Viseu, onde trabalha há 27 anos e onde é conhecida como “A Maria do Cão”.

Jampal, Jaguar, Jedi, Japão, Jackpot, Jazz e Juna têm três meses e meio e são herdeiros de uma importante tarefa: cuidar e guiar os cegos.

A educação do cão-guia passa por quatro fases. Aos três meses são entregues a uma família de acolhimento, com quem ficam até aos 10 meses, altura em que regressam à escola em regime de internato. É aqui que trabalham de segunda a sexta-feira.

“Os olhos de quem não vê” é uma reportagem Conta Lá.