Espaço Cidadão Móvel de Idanha-a-Nova apoia população no distrito de Leiria

O Espaço do Cidadão Móvel de Idanha-a-Nova deslocou-se para o distrito de Leiria para apoiar cidadãos e empresas na candidatura a apoios estatais, face aos impactos das depressões Kristin, Leonardo e Marta.
Agência Lusa
Agência Lusa
13 fev. 2026, 17:43

A carrinha do Espaço do Cidadão Móvel de Idanha-a-Nova reforçou o apoio no distrito de Leiria, como ponto de acesso para candidaturas à plataforma oficial do Governo, na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta.

Segundo informação do município de Idanha-a-Nova, no distrito de Castelo Branco, a deslocação da unidade móvel para o distrito de Leiria, insere-se num espírito de solidariedade institucional entre territórios, numa fase em que aquelas comunidades enfrentam impactos particularmente severos e necessitam de reforço imediato de meios.

“O principal objetivo desta operação é garantir que ninguém fique excluído dos apoios estatais devido à falta de conectividade”.

A deslocação da unidade móvel para o distrito de Leiria insere-se num espírito de solidariedade institucional entre territórios, numa fase em que aquelas comunidades enfrentam impactos particularmente severos e necessitam de reforço imediato de meios.

No distrito de Leiria, a carrinha tem percorrido as freguesias de Coimbrão e Monte Redondo e a União de Freguesias de Monte Real e Carvide, locais onde as falhas persistentes na rede elétrica e nas infraestruturas de comunicações têm dificultado o quotidiano dos cidadãos.

A plataforma oficial apoioscalamidade.gov.pt permite que residentes e empresas locais formalizem os seus pedidos de auxílio de forma rápida e assistida.

Dezasseis pessoas morreram em Portugal na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o encerramento de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.