Floresta destruída pelo mau tempo: “Se tivermos um verão quente e seco, teremos as condições perfeitas para uma nova catástrofe”

Alerta foi deixado por João Guerreiro, presidente da Câmara de Alvaiázere, num debate promovido pelo Conta Lá, esta quinta-feira. O autarca sublinhou que "o risco é enorme" e pede medidas ao Governo.
Redação
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26 fev. 2026, 13:47

O presidente da Câmara de Alvaiázere, João Guerreiro, afirmou que, depois das tempestades, "o risco de incêndio é enorme". Num debate promovido pelo Conta Lá, esta quinta-feira, o autarca explicou que o concelho tem 174 quilómetros de caminhos florestais e, atualmente, "uma vastidão imensa de floresta destruída".

"A nossa preocupação é o que aí vem em termos de risco de incêndio florestal. Ainda ontem falei com o secretário de Estado das Florestas e não fiquei descansado", vincou João Guerreiro.

O autarca detalhou que "os pequenos proprietários desanimaram" e que os "estradões florestais obstruídos necessitam de uma intervenção massiva" para que possam voltar a estar transitáveis, estimando que só essa intervenção custe à volta de 4 milhões de euros.