GNR terá investimento de seis milhões de euros para veículos e meios de fiscalização

Segundo Luís Neves, com o investimento de seis milhões de euros os militares da GNR terão também "novos fatos de alta visibilidade e equipamentos com sistemas de ‘airbag’".
Agência Lusa
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23 abr. 2026, 20:43

O ministro da Administração Interna anunciou hoje um investimento que ronda os seis milhões de euros para a GNR, este ano, que será aplicado em veículos e equipamentos de fiscalização, como detetores de droga.

“Em 2026, contamos ter mais 96 novas viaturas, incluindo motociclos, e mais de 1.100 equipamentos especiais de fiscalização, como alcoolímetros, radares, leitores de matrículas, sistemas de controlo de tacógrafos [equipamento que fiscaliza veículos] e ʽkits̓ de deteção de drogas”, disse Luís Neves, no final da cerimónia de militares da Guarda Nacional Republicana (GNR) que terminaram o curso de trânsito, na Escola da Guarda, em Queluz (Sintra).

Segundo Luís Neves, com o investimento de seis milhões de euros os militares da GNR terão também "novos fatos de alta visibilidade e equipamentos com sistemas de ‘airbag’".

"Prosseguiremos o reforço da proteção individual dos nossos militares, com novos fatos de alta visibilidade e equipamentos com sistemas de ʽairbag̓", disse o ministro da Administração Interna.

Sobre a reativação da Brigada de Trânsito como uma das medidas para diminuir a sinistralidade rodoviária anunciadas pelo ministro, na semana passada, Luís Neves disse que ainda não há uma data para arrancar, mas disse que vai avançar "no mais curto espaço de tempo possível".

“Com os meios que temos, temos que fazer o melhor que podemos”, acrescentou Luís Neves, no final da cerimónia em que 77 militares concluíram o curso de trânsito e vão operar na Brigada de Trânsito.

Na terça-feira, Luís Neves disse que a Brigada de Trânsito da GNR vai ter na fase inicial cerca de 1.300 militares, o mesmo número de efetivos que trabalham atualmente na área do trânsito, sendo que em 2007, quando foi extinta, contava com 2.400 militares.

Entre as medidas para diminuir a sinistralidade rodoviária está também um novo Código da Estrada e uma maior fiscalização, passando as operações ‘stop’ das forças de segurança de deixar de ser anunciadas.