O “papel invisível” da mulher agricultora: Catarina Costa sonha atingir a igualdade no setor

O coração pertence à aldeia de Ligares, mas a vida divide-se entre essa freguesia e Torre de Moncorvo, onde é professora e educadora de infância. A agricultora de 42 anos sente na pele os desafios do setor agrícola, mas sonha um dia conseguir viver só do campo e da Natureza.
 
Joana Amarante
Joana Amarante Jornalista
08 mar. 2026, 00:00

Catarina Costa trocou a Guarda pela sua terra natal, de forma definitiva, apenas há um ano. Até aos quatro anos sempre viveu em Torre de Moncorvo, mas parte da família estava na aldeia de Ligares, em Freixo de Espada à Cinta. Na infância, a profissão do pai levou-a até à cidade da Guarda, onde decidiu enveredar pelo ensino. 

Sempre visitou a aldeia da avó materna, em férias ou aos fins de semanas, e nunca deixou de participar na vida rural. Talvez por isso a agricultura tenha um lugar especial no seu coração.

Para já, mantém o ensino na sua vida, mas com o sonho de viver apenas do campo e daquilo que a Natureza lhe dá.