Pedro Vinhas viveu o dia da tempestade "com medo e choro", conta agora com prejuízos acima dos 50 mil euros

Morador de Milagres, em Leiria, relata o medo que sentiu e os estragos que teve na habitação devido à tempestade Krisitin. Três semanas depois, a freguesia ainda depende de geradores e está sem comunicações.

 

 

Isabel Osório
Isabel Osório Editora
Vítor Quental
Vítor Quental Jornalista
Redação
Redação
18 fev. 2026, 11:00

Na freguesia de Milagres, em Leiria, a recuperação após os temporais avança lentamente. Várias árvores de um pinhal da região foram projetadas contra casas, deixando várias ruas intransitáveis durante dias. Os moradores têm tentado recuperar dos estragos, mas aguardam agora a intervenção das seguradoras para reparar completamente os prejuízos.

Quase toda a localidade continua a depender de geradores para ter eletricidade, e a população ainda enfrenta a falta de comunicações. Pedro Vinhas, morador local, descreve ter vivido o dia da tempestade “com medo e choro”, contabilizando prejuízos acima dos 50 mil euros na sua habitação.