Proteção Civil afasta pedido de ajuda europeia após tempestade Kristin
O presidente da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil garante que não se justifica acionar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil para responder às consequências da tempestade Kristin. Defende que Portugal ainda não esgotou a sua capacidade de resposta.
O presidente da Proteção Civil diz que não se justifica pedir ajuda ao Mecanismo Europeu de Proteção Civil para responder às consequências da tempestade Kristin, sustentando que tem regras e não serve "para pedir telhas nem lonas".
Em declarações aos jornalistas, na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), José Manuel Moura considerou que "não se justifica, de todo", ativar o Mecanismo Europeu de Proteção Civil, uma vez que "Portugal ainda não esgotou a sua capacidade" de resposta à tempestade Kristin.
“O mecanismo tem regras de acionamento e equipamentos específicos que nós devemos ativar. Neste momento, todas as situações que foram solicitadas foram correspondidas. Não temos nenhum meio para dizer à União Europeia que precisamos desta tipologia ou daquela. Não seria para pedir telhas, não seria para pedir lonas, isso são materiais que o país naturalmente tem de ter capacidade de resolver", disse.