Ruas reabertas e espaços devolvidos à cidade antecipam reta final da Linha Rosa no Porto

As obras da Linha Rosa do Metro do Porto continuam a perder expressão à superfície e já começam a devolver espaço e circulação ao centro da cidade. A Rua do Rosário e a rua Dr. Tiago de Almeida reabriram ao trânsito, numa fase que antecipa a reta final da empreitada.
João Nogueira
João Nogueira Jornalista
11 mai. 2026, 16:54

A empreitada da Linha Rosa do Metro do Porto continua a ter novos avanços e agora há boas notícias para quem circula no centro da cidade. As obras começam a desaparecer da superfície em vários pontos e algumas zonas que até agora condicionadas estão finalmente a ser devolvidas aos peões e aos automobilistas.

Depois da reabertura da praça de Parada Leitão, em abril, chega agora a vez da zona do Jardim do Carregal recuperar parte da normalidade. A estação Hospital Santo António entra na fase final de construção e isso já se faz sentir à superfície, com mais espaço público disponível e menos condicionamentos na circulação, apontou a empresa em comunicado enviado às redações.

A partir desta segunda-feira, 11 de maio, volta a ser possível circular na Rua do Rosário, uma das artérias mais afetadas pelos trabalhos nos últimos meses. Também o canal rodoviário da rua Dr. Tiago de Almeida, a via paralela ao Jardim do Carregal e junto à fachada norte do Hospital de Santo António, reabre ao trânsito.

Já o acesso à rua de Clemente Menéres passa a estar reservado apenas a moradores e ao comércio local.

Aos poucos, o cenário de estaleiros e desvios começa a dar lugar ao regresso da mobilidade e da circulação no centro da cidade. A redução do impacto da obra à superfície dá já sinais de que a obra termina em breve. De acordo com os prazos, os trabalhos terminam no final deste ano, mas a operação da conexão entre a Casa da Música e São Bento foi apontada para três meses depois, a março de 2027.