Património ganha vida em Moura com uma semana de cultura e tradição
Moura recebe entre 18 e 24 de maio, a 24.ª edição da Semana do Património Histórico, uma iniciativa que pretende valorizar os núcleos museológicos do concelho e aproximar a comunidade do património local, através de um programa diversificado que junta visitas guiadas, workshops, música e atividades educativas.
A iniciativa arranca no Dia Internacional dos Museus, a 18 de maio, com uma visita técnica da Rede de Museus do Baixo Alentejo à ala esquerda do Museu Municipal e com a palestra “A Bíblia Hebraica de Moura”, conduzida por Tiago Moita.
Em declarações ao Conta Lá, a vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Moura, Teresa Infante, sublinhou a importância da iniciativa na preservação e divulgação da identidade cultural do concelho.
“A Semana do Património Histórico é já uma referência cultural no concelho e uma oportunidade para aproximarmos a população do nosso património, promovendo o conhecimento da história local e reforçando o sentimento de pertença da comunidade”, afirmou.
A responsável destacou ainda o envolvimento das escolas como uma das marcas da programação. Entre os dias 19 e 22 de maio, os alunos do 4.º ano das escolas do concelho participam em visitas guiadas especialmente pensadas para o público escolar.
População local
“É fundamental envolver os mais jovens nestas iniciativas, porque são eles os futuros guardiões do património. Queremos despertar a curiosidade e criar uma relação de proximidade com os espaços museológicos e com a história de Moura”, referiu Teresa Infante.
A edição deste ano inclui também atividades práticas e momentos culturais destinados a diferentes públicos. Segundo Teresa Infante, a diversidade da programação é uma forma de tornar o património mais acessível e apelativo.“Hoje, falar de património é também criar experiências culturais diversificadas. A música, os workshops e as atividades interativas ajudam-nos a chegar a públicos diferentes e tornam esta semana mais participada e dinâmica”, salientou.
A vereadora da Cultura espera que a iniciativa continue a atrair visitantes e a reforçar o envolvimento da população local. “Queremos que as pessoas sintam os museus e o património como espaços vivos, abertos à comunidade e à participação de todos”, concluiu.