Raças autóctones, conferências e tecnologia juntam-se na 1.ª Feira Agrícola de Bragança
Máquinas agrícolas, tecnologia, raças autóctones, demonstrações ao vivo, conferências e gastronomia baseada naquilo que a terra produz. São os principais motivos que levam à criação da Feira Agrícola de Bragança.
Numa iniciativa levada a cabo pelo município de Bragança, ao longo de quatro dias, o recinto da Quinta da Trajinha receberá uma programação diversificada, pensada para públicos profissionais, agentes do setor agrícola e pecuário, famílias, escolas, visitantes e “todos quantos reconhecem no mundo rural uma das matrizes fundamentais do território”.
Em comunicado, a autarquia relembra que Bragança é um concelho “profundamente ligado à terra, às aldeias, à produção agrícola, à pecuária, aos saberes tradicionais e à paisagem rural” com a feira a partir dessa realidade como “leitura contemporânea de um setor essencial para o desenvolvimento económico, social e identitário do território”.
O objetivo passa assim por conseguir promover o território, valorizar recursos endógenos, estimular contactos empresarias e reforçar redes de colaboração, num setor estratégico para a região.
Uma das dimensões mais inovadoras da FAB 2026 é a “Plataforma Digital Inteligente”, acessível através de um QR Code. Uma ideia que pretende “melhorar a experiência de visita e funcionar como um verdadeiro assistente digital da FAB”.
“Através desta solução, os visitantes poderão consultar o programa completo e atualizado, o mapa interativo do recinto, a localização dos expositores, concursos e julgamentos, conferências e seminários, quinta pedagógica, demonstrações agrícolas, restauração, experiências gastronómicas, parceiros, patrocinadores, notificações, destaques e informações úteis”, refere o comunicado.
Em tempo real, será possível saber o que está a acontecer, onde decorrem as atividades, o que começa a seguir e quais os momentos mais adequados a cada perfil de visitante.