Um ano da Greenpeace Portugal: desafios e objetivos para o futuro

A Greenpeace está presente em 54 países. Em Portugal está há um ano. Toni Melajoki Roseiro, diretor da Greenpeace Portugal, fala sobre o caminho percorrido neste primeiro ano e, sobretudo, sobre aquilo que o país já não pode continuar a adiar: reduzir emissões e vulnerabilidades ao mesmo tempo, proteger pessoas e ecossistemas e exigir transparência e responsabilidade a quem mais polui e a quem decide.
Isabel Osório
Isabel Osório Editora
Vítor Quental
Vítor Quental Jornalista
Nelson Costa Editor de imagem
08 mar. 2026, 22:00

Entre temporais, inundações, incêndios, seca e uma sensação constante de urgência, a Greenpeace Portugal tem consolidando presença no território, capacidade de resposta e trabalho em rede.

Um ano depois da presença da Greenpeace em Portugal, o país vive cada vez mais exposto aos impactos da crise climática. Nesta conversa, Toni Melajoki Roseiro, diretor da Greenpeace Portugal, fala sobre o caminho feito, os desafios que continuam por enfrentar e as decisões que já não podem ser adiadas.

Em 2026 pretendem continuar a apostar no voluntariado e aumentar a massa associativa em Portugal. Na opinião de Toni Melajoki Roseiro, faz sentido que Portugal e Espanha trabalhem em rede, uma vez que há partilha de rios, a mesma região climática e a questão dos incêndios. Por essa mesma razão, estão a fazer relatórios e investigações em conjunto.

Quanto aos custos da emergência climática, deixa uma posição clara.